terça-feira, 23 de outubro de 2007

Tipografia artesanal urbana e modular


Olhando pela primeira vez pode parecer que este letreiro não é uma obra de TAU. Tudo bem que não foi feito com tintas, mas alguém tem dúvida de que é artesanal? A grande sacada foi utilizar o azulejo como módulo, dando um padrão às formas. Sendo assim, as letras tem a largura de dois e o espaço entra elas de meio azulejo. Deu vontade de testar fontes bitmap dessa forma...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Heróis da resistência

Os admiradores de tipografia artesanal, que assim como eu costumam observar seus exemplos por onde passam, já devem ter notado que esse é um tipo de trabalho em extinção. Com a popularização da informática e de todos os seus recursos, peças artesanais são substituídas por vinil recortado ou até impressões em jato de tinta. Mas se há lugares onde esse fenômeno ainda não ocorre, estes são os mercados. A necessidade de produção diária de cartazetes em grandes formatos faz com que nenhum processo de impressão moderno substitua satisfatoriamente os trabalhos artesanais. Agora é torcer para que os mercados não comecem a fechar, como o que tinha esse cartazete da foto acima.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A taça de vinho

Quem estuda tipografia já ouviu falar da comparação entre a "boa" tipografia e uma taça de vinho. Segundo essa teoria, assim como a taça, as letras não devem chamar atenção para si, e sim para seu conteúdo (texto/vinho). Chamei esse tipo de letras, no contexto da TAU, de regulares, pois buscam ter formatos mais tradicionais (englobando tanto as serifadas quanto as sem serifas).